sábado, 30 de outubro de 2010

Toy Art International Exhibition at MuBE


Olá amigos, enfim o TroyArt ficou pronto e customizado. Neste "objeto/escultura/gravura" trabalhei com tinta para impressão em metal usando a técnica da monotipia mostrada no último post.
E agora Mãe Coruja, nome de batismo, faz parte de uma exposição coletiva que acontecerá no Mube em 2011 onde vários artistas mostrarão os seus Troyart customizados.
Até lá!

sábado, 23 de outubro de 2010

IV Salão Contemporâneo de Artes Plásticas de Guaratinguetá




Inaugurou ontem o IV Salão Contemporâneo de Artes Plásticas de Guaratinguetá/SP também conhecido como "Quissak Junior". Participo com três monotipias que receberam do juri Elvira Vernaschi, Marta Simões e Luís Castañón um Prêmio Especial de Destaque. As 3 monotipias fazem parte da série denominada "Seres fluidos e alados" que por sua vez faz parte de uma pesquisa sobre texturas que venho realizando.
Para quem não conhece o termo, Monotipia significa prova única sendo comum a numeração 1/1 visto que as provas não se repetem como na gravura tradicional (xilo, metal, litogravura) onde de uma mesma matriz se tiram várias provas.
A Monotipia também pode ser feita através de diversas técnicas. Nesta série usei como base placas de cobre e de solarplate, utilizando tinta para metal ou calcogravura (do latim calco comprimir) e gaze.
Todas as obras podem ser vistas no Salão das Artes do Departamento de Cultura (rua 7 de Setembro, 69, Centro, Guaratinguetá/SP) até o dia 26/11/2010 às 18 horas.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Infância, tempo de inocência


Quando eu tinha meus 9 anos, ganhei um livro de Natal da Heloísa, uma amiga de minha mãe e vizinha de porta e que guardo comigo até hoje. Eram aqueles tempos em que se colocavam cadeiras na calçada no final do dia para conversar, com todo mundo cheirando a sabonete.
É um livro de bolso sem grandes pretenções literárias, com mensagens curtas e ilustrações bicromáticas (em tons de terra de sombra queimada e azul de cobalto) e que ficam conosco, para sempre.
Escolhi então o texto doeste pequeno livro para homenagear a todas essas crianças que vivem dentro de nós, para sempre.


Infância, tempo de inocência

É o amanhecer da vida quanto tudo é novo e maravilhoso
Ela começa quando nascemos e termina quando crescemos
É um pequeno-grande mundo de sonhos e desejos...
De súbitas amizades... e curtas tristezas
...É o tempo de degraus altos e... pés pequenos
É alegria..e risos... e crer em tudo
A infância é o mágico refúgio dos sonhos... onde tudo é possível e o melhor está apenas começando
É um tempo sem tempo.. onde os minutos não contam e as horas passam repletas de felicidade
A infância é conhecer o mundo lá fora
É correr..e alcançar..tocar..e ver..sentir..e ouvir...e aprender.. mas acima de tudo é crescer
A infância existe quando somos jovens
São as horas felizes..os sonhos que passam..o encantador tempo da inocência..que será parte de nós para sempre
(Joan Walsh Anglund)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Jornada Fotográfica nas comemorações dos 56 anos do parque mais charmoso de São Paulo




Aconteceu ontem, dia 22, mais uma jornada fotográfica organizada por André Douek (fotojornalista e chefe da Seção Técnica do Museu Histórico da Imagem Fotográfica da Cidade de São Paulo da Secretaria Municipal de Cultura).
A proposta era documentar o Parque do Ibirapuera nas comemorações de seus 56 anos, em plena forma.

Vejam mais fotos de outros participantes da jornada no blog
Andre Douek

Aqui algumas das minhas fotos selecionadas para o painel.

domingo, 8 de agosto de 2010

O Ypê e o tempo


Poética

De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.

A oeste a morte
Contra quem vivo
Do sul cativo
O este é meu norte.

Outros que contem
Passo por passo:
Eu morro ontem

Nasço amanhã
Ando onde há espaço:
– Meu tempo é quando.
(Vinícius de Moraes)